quarta-feira, 9 de agosto de 2017

El Cruce 2018 - Inscrições abertas

Para se inscrever clique na imagem

Estão abertas as inscrições para o El Cruce 2018 maior e mais importante prova de trail running da America do Sul.
A competição mudou de data deixando de acontecer no mês de fevereiro passando para o outro extremo do calendário, em 2018 a disputa será em dezembro na cidade de Pucon no Chile, para saber mais detalhes da próxima edição clique aqui: carta 1 
Para a próxima temporada o El Cruce já se encontra em meu calendário, nos encontramos lá para curtirmos esta bela travessia.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

L Bike Race 2017 - Deu pódio na geral




Aproveitando que tenho feito muitos treinos com minha super bike uma Soul Magma HT 729  competi aqui pertinho de casa a meta era testar o equipamentos em condições mais agressivas, fiquei satisfeito com resultado.
Eu já estava alguns meses sem competir em provas de mountain bike porém como a adaptação com a nova bike esta sendo muito boa e tenho experiência de muitas temporadas já segui para prova tendo em mente que uma boa disputa seria possível já o resultado teria que esperar cruzarmos a linha de chegada.
A prova aconteceu em Santa Rita de Ouro Preto, região repleta de trilhas e montanhas desafiadoras, conheço a prova de edições anteriores porém o circuito havia mudado totalmente.
Pela frente teríamos 26 km de muito sobe e desce principalmente até a metade do circuito, o terço final era um pouco mais veloz mas uma parede de 800 metros com uma grande inclinação seria o teste final para todos os bikers.
A largada aconteceu as 10 horas, um pequeno trecho de deslocamento dentro da cidade e logo começamos a subir dentro de um dos bairros, este começo era em estrada pavimentada, entre a largada e o começo da primeira subida eu fiquei no meio do grande pelotão, logo que a dificuldade começou a exigir esforço extra eu encontrei uma brecha e pulei para o primeiro pelotão que era de 5 jovens atletas, assim que entramos nas estradas de terra o ritmo voltou a ficar forte e na altura da meta de rei da montanha acabei perdendo contato com esses grupo e fui alcançado pelo segundo pelotão que em um primeiro momento era formado por 3 bikers, depois por 4 e por fim ficamos em um grupo de 7 atletas.
Todos fazendo muita força para alcançar a fuga até que um atleta da ponta começou a entrar na alça de mira, alcançamos ele ficando então um pelotão com 8 integrantes, todos queriam uma vaga no pódio da geral mas esta única vaga foi bem disputada.
Apesar de ser um circuito curto e relativamente rápido as íngremes subidas começaram a minas minhas pernas desta forma eu comecei a "pingar", perdia a roda do último a minha frente e quase sobrava deste grupo mas o psicológico falou mais alto é me mantive por ali...
De repente vi que todos estavam no limite pois alguns começaram a "sobrar", alguns quilômetros a frente o pelotão se fracionou e ficamos em 5, depois em 4 e finalmente em 3, neste momento comecei a acreditar ainda mais na possibilidade de um resultado top 5 na geral, estudei meus adversários diretos e vi que eu estava subindo um pouco melhor que eles nas rampas mais longas, chegamos nos trechos de velocidade, eu era o segundo da fila até que em uma curva muito veloz o jovem que vinha logo depois de  mim teve dificuldades para fazer a curva e perdeu contato, assim ficamos eu e mais um  por sinal um atleta jovem da categoria sub 23.
Chegamos no km final, o companheiro de fuga usou uma estratégia de atacar no pé da última subida, na parte mais inclinada ele conseguiu abrir cerca de 50 metros mas logo começou a perder velocidade neste momento eu calmamente comecei a encostar (veja fotos abaixo) respirei fundo e ataquei sem deixar margem para que ele viesse junto, assim abri os segundos necessários para conquistar a 5ª colocação geral e subir no pódio junto dos melhores.     
  


Tenho total consciência que a L Bike Race trata-se de uma prova de nível regional mas fiquei muito feliz com minha performance, nem foi tanto pelo resultado mas sim pelo que consegui desenvolver nos momentos de dificuldade, todos estavão sofrendo com esforço mas eu tive a tranquilidade calma  e paciência para decidir minha colocação no momento certo, esse amadurecimento vem de muitas temporadas competindo mais vem também de um trabalho personalizado que venho fazendo no Núcleo de Integralização Humana NiHumana, a psicóloga Wania Rennó Sierra tem me ensinado técnicas incríveis para potencializar meus rendimentos nas competições e treinamentos.
Agora os treinos seguem firme visando a preparação final para a Ultra Trail du Mont Blanc onde no final de agosto irei disputar a OCC.
Aproveito a oportunidade para agradecer meus patrocinadores o Clube Recreativo Dom Pedro II, Kailash, e os apoios da Bike Shop Avelar DrumondSoul Cycles, Trifosfato e o belo trabalho do meu técnico Sidney Togumi através de sua assessoria a UPFIT


5º lugar Geral

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Sempre existirá uma pedra no caminho

Nesta temporada meus principais objetivos esportivos são o campeonato mundial de trail running que aconteceu na Itália no mês de junho e a OCC uma das provas do UTMB.
O mundial passou, não consegui uma performance que pudesse refletir o quanto duro foi minha preparação vários erros e falhas durante a prova me fizeram ficar até meio deprimido com minha performance mas a maré ruim passou e um novo objetivo se projetou diante de meus olhos.
Eu vinha seguindo firme minha preparação para mais uma passagem pelo Mont Blanc porém de repente me aparece uma pedra no caminho...um estiramento.
Durante uma sessão de treino intervalado a panturrilha direita não aguentou, eis que já me encontro já alguns dias sem correr tentando me recuperar a tempo de chegar no Mont Blanc pelo menos sem dores.
Uma grande saída para este momento esta sendo treinos com mountain bike e muita academia buscando minimizar os estragos feito por esta lesão, tenho pela frente 3 semanas para me recuperar e assim curtir as trilhas europeias no mais alto nível de intensidade. #euacredito 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Novas Experiências

O ser humano no geral e meio cabeça dura, toda vez que vê algo novo torce o nariz, comigo não e diferente, por vários motivos não gosto de novos experimentos, não gosto de trocar o que esta dando certo é as vezes por mais que eu tenha conhecimento que algo pode me ajudar a melhorar no esporte por exemplo eu fico com medo de arriscar ou simplesmente executar.
Por hora tenho dois exemplos, vamos a eles.
Musculação
No passado já malhei, sei da importância dao trabalho de fortalecimento muscular para prevenir lesões e ou dar aquele gás no final das provas de endurance porém ficar dentro de uma academia levantando peso não e minha praia.
Tem muito tempo que estou sendo orientado por vários profissionais da área esportiva a malhar pelo menos alguns membros específico mas eu era irredutível, mudei de idéia...
Um dia durante uma viagem me peguei pensando em quais ações eu deveria tomar para tentar ser um pouco mais competitivo, entre elas me veio a cabeça este trabalho de força, então conversei com amigos profissionais da educação física e também com meu técnico Sidney Togumi e comecei a fazer um trabalho 2 vezes por semana sendo que cada uma das sessões não dura mais que 50 minutos, posso dizer que já sinto uma leve melhora física após a 7ª sessão.
Trasmissão de marchas na mountain bike
Outra situação que rolou foi quanto a equipamentos, eu sou da época que as mountain bikes eram padrão 3 coroas, só que de lá até os dias de hoje muita coisa mudou, hoje o que mais se vê são bike com apenas uma coroa e com um número muito grande de cogs no cassete (catraca) inclusive hoje a maior catraca tem 50 dentes ou seja muito maior do que os 30 que tinha quando comecei a pedalar.
Pra mim uma bike com apenas uma coroa seria impensável, mesmo os cálculos me mostrando que poderia ter uma opção de marchas ainda mais leve do que as que eu tinha no passado eu sempre torcia o nariz quando precisar pensar em adquirir um equipamento novo, isso também mudou.
Acabei de adquirir uma mountain bike nova, escolhi uma transmissão 1x12 velocidades da Sram, trata-se do Sram Eagle onde tenho apenas uma coroa de 36 dentes e uma opção de cogs no cassete que vai de 10 até 50 dentes, o sistema e simplesmente o máximo em eficiência.
Bem o que fica de lição deste texto e que temos que abrir (eu tenho que abrir) nossas mentes para o novo.
  

sexta-feira, 21 de julho de 2017

De volta as origens, mountain bike na veia.

Muita gente não sabe mas em 1996 eu dei os primeiros passos no esporte em cima de uma bike, comecei com passeios entre municípios da região, depois pequenas provas... dia 1º de janeiro de 1997 comecei a me dedicar de vez ao esporte, de lá até os dias de hoje passei por outras modalidades esportivas mas nunca deixei de pedalar.
Nesta temporada foquei meus esforços no trail running, quase não pedalei mas eis que veio a oportunidade de adquirir equipamentos de ponta, os amigos Felipe Avelar e Gustavo Drumond sócios na loja Bike Shop Avelar Drumond conseguiram uma parceria entre a Soul Bikes, Bike Shop e o atleta Ernani assim estou trocando meus equipamentos antigos por novos é diga-se de passagem estou com equipamentos em um nível muito superior ao melhor que já tive.
A mountain bike já chegou, trata-se da Soul Magma HT 729  uma bike puro sangue feita com peças de primeiras linha deixando a bike pronta para enfrentar qualquer circuito ao redor do mundo, seu grupo de transmissão de 12 velocidade e o que tem de mais atual no momento para o esporte de bike off road, um quadro rígido, suspensão pró e freios potentes além de um cockpit todo de carbono da consagrada marca Controltech fazem desta bike um equipamento dos sonhos, para todos os detalhes desta bike clique no nome dela logo acima.
Sem perder o foco na atual temporada começo a visualizar o que vem pela frente, em 2018 com toda certeza muito mais atividades em cima da magrela, no momento estou curtindo o prazer de pedalar uma Soul, vou entrar no ritmo para em breve acelerar forte em algumas trilhas por ai.
Segue meus primeiros treinos com essa bike, por hora só rolé.


Daqui a pouco receberei a road, em breve detalhes sobre ela.
Obrigado Bike Shop, tô feliz demais

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Atividades do final de semana

Sábado dia 8 de julho estive em Barbacena treinando com meu amigo campeão César Picinin, por lá fizemos um excelente treino, foram 31 km com uma bela variação de terreno e um clima que não costumo encontrar regularmente, frio, garoa um pouco de barro, terreno pesado e muito escorregadio em alguns trechos.
Mais uma vez utilizei meus bastões Kailash durante todo o treino, estou entrando em uma fase de gostar da utilização deste acessório.
Ainda no treino de sábado tomei um tombo bobo que m deixou com alguns ralados, o trail running não perdoa vacilou tá no chão, abaixo um pouco dos dados de nosso treino registrado no Strava

Partindo para Barbacena logo cedo
Já no domingo com o corpo cansado e ainda meio dolorido da queda do dia anterior, participei do 1º Uphill do Bairro Cachoeira aqui em Lafaiete, sob a organização do amigo Sérgio Fernandes e seu filho Fabiano Fernandes a dupla organizou uma disputa diferente aqui na cidade, uma prova de apenas 3.5km de pura subida, no final o desnível nem era tão grande mas uma parede de 500 metros e 70 metros de desnível positivo no final do percurso fez muita gente caminhar.
Na prova larguei no bolo e logo fui buscando a ponta, por ali Jeferson e Tibita ditavam o ritmo, os caras estavam forte revezando na ponta sem deixar margem para fugas, usei a estratégia de deixar tudo para o final uma vez que conhecia o percurso, desta forma justamente no ponto crítico da disputa faltando 500 metros apertei um pouco mais o ritmo e consegui alguns poucos segundos de vantagem sobre a dupla.
Aqui também um perfil no Strava da prova de domingo

Atacando o trecho final do Up Hill
Por fim o acontecimento mais importante do final de semana, no meio da tarde recebi uma placa em homenagem aos meus resultados conquistados nas últimas temporadas, o Clube Recreativo Dom Pedro II foi o responsável por esta ação de reconhecimento que me deixou muito feliz.
Então e isso, bora lá começar mais uma semana pois o Mont Blanc esta logo ali.
Secretário de esporte do C.R.D.Pedro II Sr. Leonardo Bellavinha me entregando a homenagem

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Bastões, academia e treino com a elite

Sempre precisamos fazer coisas novas para tentar conseguir resultados melhores, depois do mundial de trail tirei uns dias de folga e avaliei bem algumas possibilidades.
De volta aos treinos visando mais uma participação no UTMB-OCC adicionei a minha rotina semanal um treino com bastão pois pretendo usa-los no Mont Blanc 2017, por hora apenas uma das sessões de treino serão feitas com eles, outra coisa diferente que tenho feito e a musculação, duas sessões semanais visando apenas o fortalecimento muscular .
Minha decisão por inserir novas atividades ao meu treinamento se deve ao meu desejo de tentar chegar mais próximo dos grandes corredores, creio que pequenas ações podem contribuir de alguma maneira para reduzirmos essa diferença.
Para os bastões necessito apurar a técnica para que ele não me atrapalhe ao invés de ajudar, já a musculação apesar de já ter feito um pouco no passado não sou muito fã de academia mas o tempo vem me ensinando que sem esse complemento ficarei sempre um passo atrás dos meus adversário desta força não tive outra escolha a não ser inserir essa atividade na minha rotina.
Visando a continuidade do trabalho de superar barreiras este final de semana sigo para Barbacena onde junto com amigo César Picinin faremos um treino muito legal nas montanhas de sua região, o percurso será o duro Ramalho+antena, abaixo um arquivo do Strava registrado em janeiro quando estive conhecendo este lugar, treinar em lugares diferentes e com atletas de ponta acaba nos tirando da zona de conforto e eleva o nível do condicionamento.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Iron Runner Inhotim 2017 - Vice Campeão

Finalmente consegui completar uma prova sem maiores problemas.
Dia 01/07 disputei a 2ª edição do Iron Runner que acontece dentro do Parque Inhotim uma prova que podemos classificar como corrida de montanha uma vez que nos 20km de prova tivemos quase 800 metros de desnível positivo.
Venho já a algum tempo sofrendo com problemas durante minhas disputas isso acaba sendo desagradável pois passo muito tempo treinando e me dedicando ao esporte e na hora de colocar a preparação em prática não consigo desenvolver o planejado.
Desta vez as coisas deram certo, segui para prova bem animado e logo vi que seria um teste de fogo, atletas da corrida de rua, triathlon e muitos do trail running estavam presente isso deixou a prova bem competitiva.
A largada aconteceu por volta de 8:45, com um inicio bem rápido logo se formou um pequeno pelotão, todos acelerando e se estudando para achar o momento certo de definição, procurei ficar sempre entre os lideres, lá pela altura do km 6 consegui abrir uma pequena fuga com amigo e corredor de rua Cristiano Quadros, em determinando momento cheguei a abrir uma pequena vantagem mas ele se defendeu muito bem nos trechos técnicos e de subida mais íngreme assim fomos levando até a altura do km 14 quando ele começou a abrir vantagem estabelecendo uma margem um pouco menor que 1 minuto e assim fomos até o final onde fui o vice campeão geral.
Fiquei feliz com este pódio que serviu para me motivar para os próximos compromissos, seguirei com os planos parecidos com 2016 quando após disputar essa mesma prova no primeiro domingo de julho não competi mais e concentrei na preparação para o Mont Blanc.
Agradeço meus patrocinadores, Clube Recreativo Dom Pedro II, Kailash e meus apoiadores UPFIT Assessoria esportiva, Trifosfato e NiHumana

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Iron Runner 2017


Vem ai a 2ª edição do Iron Runner Brasil, uma bela corrida de montanha que acontece dentro do Parque Inhotim na cidade de Brumadinho.
Em 2016 eu fui o campeão desta prova depois de um dia difícil contra meus adversários, espero que este ano eu possa estar novamente entre os primeiros colocados no geral.


Minha participação no Campeonato Mundial de Trail Running

primeiro quilômetros já de uma forte subida a impressão que tive era de que todos queriam garantir uma boa posição ainda no início da prova. Mesmo sem querer fiz uma largada também forte, fui no bloco inicial o quanto deu, mas isso não durou muito tempo, pois o perde e ganha de posições durante os primeiros minutos foi muito grande, até que me encaixei em um pelotão intermediário, antes que eu pudesse controlar o ritmo e entrar na minha prova. Vieram fortes descidas com muitas pedras, eram tantas que com certeza posso dizer que foi a prova mais técnica que disputei até hoje, outro fator complicador, para este primeiro trecho, foi que além de termos muitas pedras nas descidas elas eram extremamente íngremes, isso me tirou da prova, antes do km 10 eu já estava com uma ferida no pé direito causada por uma bolha que se formou e estourou imediatamente, causando assim um dor horrível principalmente nos trechos de descida, fui brigando com as dores até o km 20, mas como estava muito difícil correr eu parei usei um esparadrapo que levei na mochila, mas o mesmo foi insuficiente para resolver o problema, corri mais um pouco até chegar ao primeiro ponto de apoio, onde teríamos um suporte do nosso staff isso já no km 24, parei fiz um curativo um pouco melhor e segui na prova; a idéia era tentar recuperar parte das várias posições perdidas na primeira metade da disputa.

Tudo ia muito bem, consegui muitas ultrapassagens até que o curativo que havia feito começou a se soltar, as dores voltaram e comecei também a me sentir fraco, pois nos km percorridos eu fiz muita força tentado me posicionar melhor, neste momento percebi que a minha estratégia teria que mudar, comecei a pensar apenas em terminar a prova pensando na disputa por nações, no km 40 tivemos o segundo ponto de apoio onde teríamos mais um staff, parei com calma, melhorei o curativo e fui em frente, na minha cabeça eu só queria mesmo era terminar... Cruzei a linha de chegada na 78º colocação resultado bem diferente do que eu havia planejado, sei que ganhar ou mesmo ir ao pódio em um mundial, na categoria elite sempre será muito difícil! A minha colocação não foi boa, mas o que mais me chateou não foi a colocação, e sim não ter conseguido colocar em prática tudo que foi desenvolvido na minha preparação, no geral as oportunidades de participar de grandes eventos internacionais, para medir forças com os melhores do mundo são poucas, desta forma nosso desejo, meu desejo sempre será de fazer uma prova perfeita, mesmo sabendo que isso não acontece sempre.

A notícia positiva foi que o Brasil melhorou sua colocação no ranking de nações do naipe masculino, se em 2016 fomos a 13ª nação, neste ano terminamos na 10º colocação, sendo a primeira nação da América Latina, no feminino o Brasil terminou na 15ª colocação neste ano sendo que em 2016 nós não tivemos atletas suficiente para pontuar.


Aproveito a oportunidade para agradecer todos que torceram e torcem por mim e para seleção brasileira, nossos esforços foram grandes em busca de uma melhor colocação para nosso país. Minha próxima disputa será dia 01/07 quando disputarei o Iron Runner em Brumadinho Minas Gerais, esta prova acontecerá dentro do Parque Inhotim e terá uma distância de 20 km, em 2016 fui o campeão geral, espero novamente estar no pódio entre os primeiros colocados, após o Iron Runner focarei minha preparação para voltar a Europa, desta vez a meta será um segundo pódio na Ultra Trail du Mont Blanc onde irei novamente disputar a prova de 55 km.
 Desfile das nações
 Largada
Momentos
 Começo da longa viagem até a Itália
Trote maroto em Poppi/ITA

terça-feira, 30 de maio de 2017

Com que tênis eu vou ?

 Prestes a embarcar para minha primeira prova internacional da temporada estou com uma tremenda dúvida, com que tênis eu vou ???
A disputa será no Campeonato Mundial de Trail Running 2017 desta forma tudo tem que sair perfeito, uma escolha errada pode comprometer minha performance drasticamente.
A prova irá percorrer a floresta Sasso Fratino uma das mais antigas da europa desta forma fica difícil saber o calçado ideal para disputa pois como na europa será final da primavera poderemos pegar muitos trechos úmidos mas na dúvida levarei todos que tenho para trail.
Hoje em condições de disputar as provas mais importantes tenho 4 opções disponíveis, uma para cada tipo de piso, como vocês podem ver nas imagens estarei levando para o mundial desde tênis de asfalto até tênis para condições extremas de lama, estando na Itália irei tentar levantar informações mais precisas dos organizadores e assim escolher qual será meu pisante.
Como não sou um atleta técnico e gosto de trechos rolando um tênis misto ou hibrido seria a melhor opção por outro lado se na floresta tivermos longos trechos com probabilidade de lama então a opção mudrá radicalmente.
Por hora a única coisa que posso fazer e separar o material e estar preparado para toda condição adversa que possa vir pela frente.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Teste Final


Já em fase final de preparação para o Campeonato Mundial de Trail Running 2017 neste último final de semana 20 e 21 de maio disputei duas provas rápidas, duas corridas de rua com distâncias inferiores a 10 km é com a comodidade de ambas acontecerem em minha cidade.
Sábado a noite foi a vez da Dom Pedro Night Run, fiz a distância de 3km (na verdade 2.6km) onde tive uma disputa difícil com jovem Eduardo Assis de apenas 18 anos mas acabei levando vantagem, por um lado Eduardo tem a explosão da juventude do outro lado minha experiência de 20 anos no esporte, por hora levei vantagem e me tornei tri campeão desta prova na distância menor.



Já no domingo 21 de maio, foi a vez da Runner Sprint, evento idealizado e organizado pelo maratonista Lafaietense Mauro Lúcio Zebras, foram 10km (9.7km) com largada e chegada na estátua do Cristo Redentor, ponto turístico de Lafaiete.
Com a promessa de uma farta premiação em dinheiro atletas de clubes esportivos importantes no Brasil estiveram presente elevando o nível da prova para uma classe nacional, pelo que me lembro desde a participação de Frank Caldeira em Eventos do Clube Recreativo Dom Pedro II em anos atrás não tínhamos um start list tão forte.
Como eu tinha noção do que poderia reder em uma disputa tão elevada procurei fazer uma prova forte mas também procurei ser o primeiro de Lafaiete pois para para esta categoria teríamos também uma premiação.
A disputa foi intensa no final sai com tempo de 33:51", com este tempo meu pace foi de 3:29/km muito bom levando-se em conta o tipo de circuito que enfrentamos com subidas e descidas e muitas curvas, me surpreendi com as performances de Emerson Cirino e Jeferson Souza os meninos estão correndo muito.
Agora entro na reta final, pouco mais de 2 semanas e embarco para Itália em busca da realização de um sonho, representar o Brasil em um mundial de trail running
Um muito obrigado para todos que torceram por mim também neste final de semana, um obrigado especial para meus patrocinadores Clube Recreativo Dom Pedro II, Unimed Conselheiro Lafaiete, Kailash, UPFIT e Trifosfato.


Dom Pedro Night Run 


Runner Sprint

domingo, 21 de maio de 2017

El Cruce 2018 - Pucon

Uma das melhores corridas de montanha da América do Sul terá muitas novidades para a edição 2018 a principal acaba de ser divulgada pela organização, Pucon no Chile será palco das disputas.
Uma bela região para ser explorada e contemplada por alguns dos milhares de corredores ao redor do mundo que com toda certeza estarão neste desafio.
Uma outra novidade que vale a pena citar foi que em 2018 o evento será disputado no mês de dezembro.
Mais detalhes sobre estas primeiras informações vocês podem conferir no link abaixo
http://elcrucecolumbia.com/el-cruce-2018/informacion/
Vou me programar para que em dezembro de 2018 eu posso viver esta aventura.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Definida a equipe Brasil para o 2017 Trail World Championships - Adventuremag

Grata notícia para uma sexta feira a tarde...

Definida a equipe Brasil para o 2017 Trail World Championships - Adventuremag: O 2017 Trail World Championships será realizado no dia 10 de junho em Badia Prataglia, Toscana, Itália e terá como...

quinta-feira, 4 de maio de 2017

2017 Trail World Championships


O 2017 Trail World Championships será o anfitrião 10 de junho em Badia Prataglia, Toscani Italia. A IAAF (Associação Internacional de Federações de Atletismo), tendo reconhecido no Verão de 2015 o Trail como uma nova disciplina, reconhecerá como o único Campeonato do Mundo de Trail o evento da Trans Peneda-Gerês, em Portugal. Para esta edição de 2017, será premiado por 3 anos o título de Trail World Champion em média distância para homens, mulheres e equipe. Trata-se de uma competição da UAI em conjunto com o ITRA e co-organizada pelo Comité Local de Organização (A.S.D. Badia Prataglia 2001) e pela FIDAL (Federação Italiana Di-Athletica Leggera).

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Mundial de Trail Running 2017

Vem ai o campeonato mundial di trail running 2017, diferente de 2016 este ano teremos uma distância que assemelha mais ao meu perfil, 49 km com 2700+.
Logo que foi divulgado ano passado estas primeiras informações eu já comecei a sonhar com minha participação na prova porém eu precisava de duas coisas, uma convocação e a grana para viagem uma vez que as autoridades competentes da modalidade mau sabem que nós existimos.
Em outras oportunidades eu já disputei mundiais em modalidades diferentes, fui em 3 mundiais de mountain bike master onde consegui um pódio,  conquistei uma medalha de bronze, na corrida de rua fui em um mundial também master onde disputei a meia maratona sendo que fui medalha de prata no individual e medalha de ouro por equipes, no duathlon estive em 3 mundiais sendo 2 como amador e 1 como elite, não ganhei medalha nesta modalidade porém até os dias atuais eu fui o melhor brasileiro na elite de um campeonato mundial com a 19ª colocação em Santiago de Cali 2013.
Agora sigo com os dedos cruzados esperando pela divulgação da seleção brasileira que estará na Itália no mês de junho.
Os critérios ficaram bem claros, seriam duas provas e mais uma convocação por índice técnico onde os melhores do ranking i-tra seriam selecionados.
A seletiva 1 eu não disputei, na seletiva 2 eu fui o 4º geral como só o campeão e vice de cada uma das seletivas seriam convocados então me sobrou o ranking i-tra na qual eu sou o melhor brasileiro desde 2015.
Bem por hora só me resta continuar focado nos treinos e aguardar a lista, estar com meu nome mencionado nela será simplesmente a recompensa do que eu venho fazendo nos últimos anos. 



segunda-feira, 24 de abril de 2017

KTR Campos do Jordão, sempre uma grata surpresa

Começou o Circuito KTR 2017, Campos do Jordão foi o palco escolhido para que pudessemos fazer uma das disputas mais fortes de todos os tempos em uma prova de trail running em solo brasileiro, praticamente todos o atletas brasileiros que tem mostrado alto rendimento em provas no Brasil e também no exterior estavam presente desta forma ao meu ver a prova vou uma espécie de Campeonato Brasileiro.
Na prova longa tivemos um percurso de 40 km com cerca de 3000 metros de desnível positivo, duas grandes montanhas é o desafio extra de muita lama pelo caminho pois a chuva dos últimos dias bem como da noite anterior a prova deixou tudo mais difícil e também mais divertido.
Sob um clima agradável largamos as 7 horas da manhã, ritmo intenso, muitos tombos e muita energia sendo gasta para cumprir com a meta, tive problemas sérios logo nos primeiros km de prova, pensei em parar mas logo lembrei que neste tipo de prova dificilmente conseguimos terminar sem nenhuma adversidade assim segui sofrendo e brigando com meus pensamentos negativos durante 6 horas, ao final terminei a prova fora do pódio no geral masculino pois fui o 4º geral.
Não posso dizer que fiquei extremamente feliz com resultado, mas em virtude dos problemas que tive posso dizer que o saldo foi bom, de qualquer forma tenho que parabenizar Cleverson Del Sechi, Chico Santos e Rogério Silvestrin os caras correm muito.
Troféu de campeão da categoria 40+

quinta-feira, 20 de abril de 2017

KTR Campos do Jordão 2017

Final de semana será intenso, teremos em Campos do Jordão a abertura do Circuito KTR Series, estalá por lá participando desta prova que na minha opnião esta entre as mais difíceis do Brasil.
Grande parte dos melhores corredores do Brasil estarão lá para a disputa mas antes de alinharmos teremos na sexta uma mesa redonda com atletas que já estiveram no UTMB contando suas experiências na maior prova de trail running do cenário mundial.
Este compromisso eu não perco "nem a pau"
Nos vemos em Campos do Jordão.

Desafio Serra dos Mascates

Bruno Pilar, tive que suar a camisa para acompanhar este garoto

Dias 14 e 15 de abril estive em Valença-RJ participando ativamente do Desafio Serra dos Mascates.
Por lá participei de uma sequência de palestras onde pude falar sobre a principal vitória na minha carreira esportiva quando em 2015 venci o El Cruce de Los Andes, galera atenta, animada e doida também para competir.
No domingo foi a vez da competição, por lá tivemos as distâncias de 25, 12 e 7 km, eu alinhei nos 7 pois como estou em fase de recuperação da disputa do Revezamento Volta a Ilha optei por alinhar, largar mas simplesmente curtir a prova, nos primeiros quilômetros fui no embalo do jovem amigo Bruno Pilar mas quando a respiração ficou mais ofegante conforme havia planejado abortei o esforço e passei a registrar imagens dos atletas que vinha a seguir.
Depois desta viagem até Valença terminei meu ciclo de palestra para este primeiro semestre, agora sigo focado para a principal prova deste ano o campeonato mundial de corridas em montanha que acontecerá na Itália no mês de junho, ainda não saiu a convocação dos 12 atletas que representarão o Brasil (6 mulheres e 6 homens) porém segundo as regras eu muito provavelmente serei convocado devido minha pontuação no ranking i-tra.

Com amigo Adevan




Seletiva para o Campeonato Mundial de Trail Running 2017



Por Sidney Togumi
São Paulo


Publico essa carta para esclarecer aos interessados em provas de Trail Running todo o procedimento e critério que serão aplicados para a composição da equipe Brasil para o mundial de Trail 2017 a ser realizado entre os dias 07 e 11 de junho na Itália na cidade de Badia Prataglia.

Após o meu retorno do mundial Trail 2016 estive em contato com a CBAt - Confederação Brasileira de Atletismo - com o intuito de apresentar um relatório sobre a participação da equipe Brasil, além de discutir diversos assuntos sobre o Trail Running, inclusive a possibilidade de elaborar um critério para a composição da equipe para a edição 2017. A elaboração foi iniciada e faltaram apenas alguns ajustes para que pudesse ser colocado em prática.

Os critérios foram organizados para servirem de base de condução de normativas, inicialmente para tender uma necessidade próxima e também para convocações futuras.

A CBAt em razão de uma limitação financeira esta impossibilitada de apoiar a participação da equipe Brasil no mundial Trail 2017.

Essa informação foi confirmada para a minha pessoa no dia 03 de abril de 2017.

Em razão do curto espaço de tempo para organizar a ida da equipe para o mundial Trail 2017 e mediante a situação em relação a CBAt, adotarei esse critério (pré elaborado) para formar a equipe Brasil, pois acredito que essa é a forma mais justa a se feito.

Os atletas convocado serão responsáveis por arcar com todas as despesas envolvidas em sua participação no mundial Trail 2017, exceto a inscrição.

Portanto o critério descrito adiante foi adequado para atender o mundial Trail 2017.

CRITÉRIOS DE COMPOSIÇAO DA EQUIPE BRASIL PARA O CAMPEONATO MUNDIAL DE TRILHA EM 2017 – Badia Prataglia – ITA – 10 de Junho de 2017.
Elegibilidade para atletas:
Serão convocados 6 atletas masculinos e 6 femininos, sendo o número mínimo para classificação por equipe.
Serão convocados os dois primeiros colocados masculinos e femininos:
Indomit São Bento Sapucaí na distância de 50km
KTR Campos do Jordão na distancia de 40km
Serão convocados dois (2) atletas masculinos e duas (2) atletas femininas através de avaliação técnica e ranking da ITRA

Todos os atletas convocados deverão constar no ranking geral da ITRA - International Trail Running Association respeitando a seguinte pontuação:
Homens: igual ou superior a 650 pontos
Mulheres: igual ou superior a 550 pontos
Todos os atletas convocados para a equipe Brasi, não poderão participar de competições acima de 15km no período de 01 de maio de 2017 até o dia 09 de junho de 2017

Caso algum atleta convocado através dos critérios descritos acima estar impossibilitado, independente da razão, de participar do mundial Trail 2017 a sua vaga passará para um terceiro colocado da mesma prova mediante aprovação de uma comissão técnica.

Os atletas selecionados deverão apresentar exames médicos no dia da convocação para comprovar a capacidade de bom estado de saúde e ausência de lesões que possam prejudicar a participação e/ou o desempenho na competição.

Elegibilidade para treinadores
Serão convocados dois técnicos (deverão possuir CREF) para a composição da comissão técnica. Essa convocação será feita da seguinte forma:
Treinador(a) do atleta masculino convocado melhor posicionado no ranking da ITRA
Treinador(a) da atleta feminina convocada melhor posicionada no ranking da ITRA
A composição final da equipe Brasil para o Mundial 2017 será da seguinte forma:
06 atletas femininas (*)
06 atletas masculinos(*)
02 técnicos
01 chefe de delegação

(*) Esse numero pode ser menor em razão de atletas elegíveis não cumprirem qualquer um dos itens descritos no critério descrito acima.
Orientações Antidopagem
Os atletas convocados deverão possuir um perfil no site da ITRA, onde se encontra toda a informação e procedimentos sobre o controle de antidopagem
Recomenda-se aos elegíveis, orientar-se pelas normativas da WADA - World Anti - Doping Agency (https://www.wada-ama.org) e ABCD - Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (http://www.abcd.gov.br)
Programação:
06/06 - Embarque para Itália
10/06 - Largada do Mundial Trail 2017
11/06 ou 12/06 - Retorno para o Brasil

Desejo ter esclarecido e a compreensão de todos perante as decisões procedidas nos últimos dias que tem como objetivo fazer o melhor para o Trail Running nacional.
Grato pela atenção!!!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

22º Revezamento Volta a Ilha 2017

 Acelerando antes de amanhecer

Vitória com recorde, Ernani de Souza conquista mais um excelente resultado na temporada.
 
Florianópolis foi palco de mais uma edição do Revezamento Volta à Ilha evento que chegou a sua 22º edição, neste ano um Lafaietense participou da disputa, Ernani de Souza esteve na prova e nos conta abaixo como foi este desafio de percorrer todo o entorno da ilha catarinense, vencer a prova na categoria duplas e também bater o recorde do percurso.
Em 2016 estive disputando a Maratona de Porto Alegre na ocasião estreitei amizade com Cleimar Rodrigo Tomazelli atleta e dono da assessoria esportiva Cia dos Cavalos, naquela ocasião ele me deu suporte enquanto estive na capital gaúcha.
Algumas semanas após a maratona Cleimar me convidou para formar uma dupla forte e no ano seguinte (2017) disputar a mais importante prova de revezamento da América Latina, o Revezamento Volta à Ilha de Florianópolis, que são 140 km divididos em 17 sessões com várias distâncias e com perfis diferentes envolvendo praia, asfalto, montanhas, trilhas e estradas de terra.
Aceitei o convite por ser um desafio bem interessante, seriam aproximadamente 70 km para cada atleta desempenhar seu papel em busca do menor tempo possível, desde o início nosso planejamento era também de tentar bater o recorde da categoria duplas que já durava 4 anos, o tempo a ser batido era de 09:57:05".
Meu parceiro para esta disputa foi o gaúcho Elson Alex Gracioli, ex maratonista profissional que já defendeu alguns dos principais clubes do atletismo brasileiro.
A preparação seguiu, viramos a temporada de 2016 para 2017 e logo chegou o grande dia, nós estávamos com uma excelente equipe que na verdade eram de 5 pessoas, Cleimar como técnico e responsável por nossa alimentação e hidratação, Ana Paula era nossa motorista, ela mora em Floripa e conhece a cidade muito bem desta forma nos tirou de engarrafamentos durante as transições para as trocas de atleta ainda sobre a locomoção Ana conhece alguns atalhos que fizeram toda diferença, outra pessoa importante no resultado final foi a fisioterapeuta Bárbara Meinhardt que fez um trabalho de massagem e alongamento em nós corredores sempre visando uma breve recuperação e relaxamento para a próxima fase, desta forma eu e Elson tivemos apenas que focar na estratégia de corrida que acabou dando certo, pois mantivemos a liderança a prova inteira, as ações deram tão certo que o recorde veio naturalmente mas a energia que colocamos em cada trecho foi a mesma desde o início, nunca acomodamos com a vantagem que tínhamos dos adversários.
Enfim no meio da tarde cruzamos a linha de chegada com tempo oficial de 09:49:50" vencemos a categoria duplas e batemos o antigo recorde em mais de 7 minutos, inclusive este recorde era de uma equipe de Goiás que estava na prova e foi a segunda colocada cruzando a linha de chegada com mais de 40 minutos depois.
Um detalhe importante que vale ressaltar, a parceria com a assessoria Cia dos Cavalos de Porto Alegre foi algo pontual, somos amigos e fizemos uma parceria para conseguir o melhor resultado possível em uma prova de nível nacional, continuo na equipe Kailash Team Laf de São Paulo e continuo normalmente com meus patrocinadores Clube Recreativo Dom Pedro II, Unimed Conselheiro Lafaiete, Plastipel Embalagens, UPFIT, Trifosfato.
Por fim gostaria de agradecer os amigos que confiaram em mim ao fazerem este convite, obrigado Cia dos Cavalos, obrigado 361° por juntas me proporcionarem o prazer de disputar um grande evento como o Revezamento Volta à Ilha.   

 A consagração
Eu, Elson e Cleimar Tomazelli nosso coordenador técnico

segunda-feira, 27 de março de 2017

Conhecendo a Serra da Canastra

The Mask

 Sonho antigo que se realizou, tem alguns anos que eu vinha sonhando em conhecer pelo menos um pouco da Serra da Canastra, em 2016 eu estava inscrito para uma prova que aconteceu nesta região mas não pude ir, sonho adiado mas agora realizado.
Disputei neste sábado dia 25 de março a 2ª edição da Canastra Warrior, a prova teve sua concentração na pacata vila de São João Batista da Canastra, vila esta que fica praticamente dentro do Parque Nacional da Serra da Canastra.
O local e belíssimo, varias trilhas, montanhas de média altura, cachoeiras, animais típicos do serrado brasileiro é uma tranquilidade impar afinal na vila moram apenas 180 pessoas.
Eu disputei a prova na distância de 30 km, a altimetria acumulada desta distância nos mostrava que seria um percurso rápido porém duro, algumas colinas bem inclinadas iriam minar as energias dos mais desavisados que acelerassem demais no começo da prova, outro fator determinante para um bom andamento durante a prova seria escolher de forma correta como seria a hidratação e suplementação pois a largada aconteceria as 14 horas ou seja calor extremo.
Atletas do Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, todos loucos de vontade de se jogar nas trilhas, largaram os 13 km, depois os 5 km e por fim nós dos 30 km, o início foi punk, passamos o km 1 com pace de 3:12", algo impensável pra mim diante dos 33° graus de temperatura, segui com bloco principal, logo chegamos na primeira trilha técnica onde a fila indiana se formou, Weliton Carius do Rio de Janeiro e César Moura de Uberlândia logo colocaram um pace alucinante e assim fomos os três abrindo caminho na trilha técnica e estreita onde muitos retardatários dos 5 km seguiam com dificuldades, o começo da prova foi difícil pra mim, eu por muitos momentos cheguei a pensar em diminuir o ritmo pois o sofrimento estava grande, olhei para meus adversários e pensei, eu não posso ser o primeiro a jogar a toalha provavelmente eles estão sofrendo tanto quando eu...
Passamos pela parte mais técnica da prova, 7 km ficaram para trás, chegamos em um trecho de estradão e logo coloquei meu ritmo e incrivelmente comecei a abrir naturalmente vantagem sobre a dupla que me perseguia, dai a pouco percebi que eles também se separaram dai em diante começou uma disputa bem interessante, eu conseguia abrir um pouco do Weliton nos trechos de subida, ele vinha muito veloz nas descidas e encostava até que chegamos no km 15 onde teria a maior subida da prova, seriam 3.8 km com um desnível positivo de 400 metros, este trecho também serviu como meta de montanha, aconteceu uma cronometragem a parte deste trecho para poder coroar o rei da montanha, ali apertei mais um pouco e subi com fluidez, sem caminhar e forçando sempre em trechos menos inclinados nesta subida abri o necessários para depois nos longos trechos de estrada relativamente plana já dentro do Parque Nacional poder administrar e cruzar a linha de chegada em primeiro lugar.
Foi uma bela experiência, um teste de fogo onde coloquei toda energia possível para poder entre outras coisas avaliar o trabalho que estamos desenvolvendo, eu me meu técnico Sidney Togumi.
Abaixo algumas imagens relacionadas a prova.