O ser humano no geral e meio cabeça dura, toda vez que vê algo novo torce o nariz, comigo não e diferente, por vários motivos não gosto de novos experimentos, não gosto de trocar o que esta dando certo é as vezes por mais que eu tenha conhecimento que algo pode me ajudar a melhorar no esporte por exemplo eu fico com medo de arriscar ou simplesmente executar.
Por hora tenho dois exemplos, vamos a eles.
Musculação
No passado já malhei, sei da importância dao trabalho de fortalecimento muscular para prevenir lesões e ou dar aquele gás no final das provas de endurance porém ficar dentro de uma academia levantando peso não e minha praia.
Tem muito tempo que estou sendo orientado por vários profissionais da área esportiva a malhar pelo menos alguns membros específico mas eu era irredutível, mudei de idéia...
Um dia durante uma viagem me peguei pensando em quais ações eu deveria tomar para tentar ser um pouco mais competitivo, entre elas me veio a cabeça este trabalho de força, então conversei com amigos profissionais da educação física e também com meu técnico Sidney Togumi e comecei a fazer um trabalho 2 vezes por semana sendo que cada uma das sessões não dura mais que 50 minutos, posso dizer que já sinto uma leve melhora física após a 7ª sessão.
Trasmissão de marchas na mountain bike
Outra situação que rolou foi quanto a equipamentos, eu sou da época que as mountain bikes eram padrão 3 coroas, só que de lá até os dias de hoje muita coisa mudou, hoje o que mais se vê são bike com apenas uma coroa e com um número muito grande de cogs no cassete (catraca) inclusive hoje a maior catraca tem 50 dentes ou seja muito maior do que os 30 que tinha quando comecei a pedalar.
Pra mim uma bike com apenas uma coroa seria impensável, mesmo os cálculos me mostrando que poderia ter uma opção de marchas ainda mais leve do que as que eu tinha no passado eu sempre torcia o nariz quando precisar pensar em adquirir um equipamento novo, isso também mudou.
Acabei de adquirir uma mountain bike nova, escolhi uma transmissão 1x12 velocidades da Sram, trata-se do Sram Eagle onde tenho apenas uma coroa de 36 dentes e uma opção de cogs no cassete que vai de 10 até 50 dentes, o sistema e simplesmente o máximo em eficiência.
Bem o que fica de lição deste texto e que temos que abrir (eu tenho que abrir) nossas mentes para o novo.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
sexta-feira, 21 de julho de 2017
De volta as origens, mountain bike na veia.

Muita gente não sabe mas em 1996 eu dei os primeiros passos no esporte em cima de uma bike, comecei com passeios entre municípios da região, depois pequenas provas... dia 1º de janeiro de 1997 comecei a me dedicar de vez ao esporte, de lá até os dias de hoje passei por outras modalidades esportivas mas nunca deixei de pedalar.
Nesta temporada foquei meus esforços no trail running, quase não pedalei mas eis que veio a oportunidade de adquirir equipamentos de ponta, os amigos Felipe Avelar e Gustavo Drumond sócios na loja Bike Shop Avelar Drumond conseguiram uma parceria entre a Soul Bikes, Bike Shop e o atleta Ernani assim estou trocando meus equipamentos antigos por novos é diga-se de passagem estou com equipamentos em um nível muito superior ao melhor que já tive.
A mountain bike já chegou, trata-se da Soul Magma HT 729 uma bike puro sangue feita com peças de primeiras linha deixando a bike pronta para enfrentar qualquer circuito ao redor do mundo, seu grupo de transmissão de 12 velocidade e o que tem de mais atual no momento para o esporte de bike off road, um quadro rígido, suspensão pró e freios potentes além de um cockpit todo de carbono da consagrada marca Controltech fazem desta bike um equipamento dos sonhos, para todos os detalhes desta bike clique no nome dela logo acima.
Sem perder o foco na atual temporada começo a visualizar o que vem pela frente, em 2018 com toda certeza muito mais atividades em cima da magrela, no momento estou curtindo o prazer de pedalar uma Soul, vou entrar no ritmo para em breve acelerar forte em algumas trilhas por ai.
Segue meus primeiros treinos com essa bike, por hora só rolé.
Daqui a pouco receberei a road, em breve detalhes sobre ela.
Obrigado Bike Shop, tô feliz demais
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Atividades do final de semana
Sábado dia 8 de julho estive em Barbacena treinando com meu amigo campeão César Picinin, por lá fizemos um excelente treino, foram 31 km com uma bela variação de terreno e um clima que não costumo encontrar regularmente, frio, garoa um pouco de barro, terreno pesado e muito escorregadio em alguns trechos.
Mais uma vez utilizei meus bastões Kailash durante todo o treino, estou entrando em uma fase de gostar da utilização deste acessório.
Ainda no treino de sábado tomei um tombo bobo que m deixou com alguns ralados, o trail running não perdoa vacilou tá no chão, abaixo um pouco dos dados de nosso treino registrado no Strava
Na prova larguei no bolo e logo fui buscando a ponta, por ali Jeferson e Tibita ditavam o ritmo, os caras estavam forte revezando na ponta sem deixar margem para fugas, usei a estratégia de deixar tudo para o final uma vez que conhecia o percurso, desta forma justamente no ponto crítico da disputa faltando 500 metros apertei um pouco mais o ritmo e consegui alguns poucos segundos de vantagem sobre a dupla.
Aqui também um perfil no Strava da prova de domingo
Então e isso, bora lá começar mais uma semana pois o Mont Blanc esta logo ali.
Mais uma vez utilizei meus bastões Kailash durante todo o treino, estou entrando em uma fase de gostar da utilização deste acessório.
Ainda no treino de sábado tomei um tombo bobo que m deixou com alguns ralados, o trail running não perdoa vacilou tá no chão, abaixo um pouco dos dados de nosso treino registrado no Strava
Partindo para Barbacena logo cedo
Já no domingo com o corpo cansado e ainda meio dolorido da queda do dia anterior, participei do 1º Uphill do Bairro Cachoeira aqui em Lafaiete, sob a organização do amigo Sérgio Fernandes e seu filho Fabiano Fernandes a dupla organizou uma disputa diferente aqui na cidade, uma prova de apenas 3.5km de pura subida, no final o desnível nem era tão grande mas uma parede de 500 metros e 70 metros de desnível positivo no final do percurso fez muita gente caminhar.Na prova larguei no bolo e logo fui buscando a ponta, por ali Jeferson e Tibita ditavam o ritmo, os caras estavam forte revezando na ponta sem deixar margem para fugas, usei a estratégia de deixar tudo para o final uma vez que conhecia o percurso, desta forma justamente no ponto crítico da disputa faltando 500 metros apertei um pouco mais o ritmo e consegui alguns poucos segundos de vantagem sobre a dupla.
Aqui também um perfil no Strava da prova de domingo
Atacando o trecho final do Up Hill
Por fim o acontecimento mais importante do final de semana, no meio da tarde recebi uma placa em homenagem aos meus resultados conquistados nas últimas temporadas, o Clube Recreativo Dom Pedro II foi o responsável por esta ação de reconhecimento que me deixou muito feliz.Então e isso, bora lá começar mais uma semana pois o Mont Blanc esta logo ali.
Secretário de esporte do C.R.D.Pedro II Sr. Leonardo Bellavinha me entregando a homenagem
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Bastões, academia e treino com a elite
Sempre precisamos fazer coisas novas para tentar conseguir resultados melhores, depois do mundial de trail tirei uns dias de folga e avaliei bem algumas possibilidades.
De volta aos treinos visando mais uma participação no UTMB-OCC adicionei a minha rotina semanal um treino com bastão pois pretendo usa-los no Mont Blanc 2017, por hora apenas uma das sessões de treino serão feitas com eles, outra coisa diferente que tenho feito e a musculação, duas sessões semanais visando apenas o fortalecimento muscular .
Minha decisão por inserir novas atividades ao meu treinamento se deve ao meu desejo de tentar chegar mais próximo dos grandes corredores, creio que pequenas ações podem contribuir de alguma maneira para reduzirmos essa diferença.
Para os bastões necessito apurar a técnica para que ele não me atrapalhe ao invés de ajudar, já a musculação apesar de já ter feito um pouco no passado não sou muito fã de academia mas o tempo vem me ensinando que sem esse complemento ficarei sempre um passo atrás dos meus adversário desta força não tive outra escolha a não ser inserir essa atividade na minha rotina.
Visando a continuidade do trabalho de superar barreiras este final de semana sigo para Barbacena onde junto com amigo César Picinin faremos um treino muito legal nas montanhas de sua região, o percurso será o duro Ramalho+antena, abaixo um arquivo do Strava registrado em janeiro quando estive conhecendo este lugar, treinar em lugares diferentes e com atletas de ponta acaba nos tirando da zona de conforto e eleva o nível do condicionamento.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Iron Runner Inhotim 2017 - Vice Campeão
Finalmente consegui completar uma prova sem maiores problemas.
Dia 01/07 disputei a 2ª edição do Iron Runner que acontece dentro do Parque Inhotim uma prova que podemos classificar como corrida de montanha uma vez que nos 20km de prova tivemos quase 800 metros de desnível positivo.
Venho já a algum tempo sofrendo com problemas durante minhas disputas isso acaba sendo desagradável pois passo muito tempo treinando e me dedicando ao esporte e na hora de colocar a preparação em prática não consigo desenvolver o planejado.
Desta vez as coisas deram certo, segui para prova bem animado e logo vi que seria um teste de fogo, atletas da corrida de rua, triathlon e muitos do trail running estavam presente isso deixou a prova bem competitiva.
A largada aconteceu por volta de 8:45, com um inicio bem rápido logo se formou um pequeno pelotão, todos acelerando e se estudando para achar o momento certo de definição, procurei ficar sempre entre os lideres, lá pela altura do km 6 consegui abrir uma pequena fuga com amigo e corredor de rua Cristiano Quadros, em determinando momento cheguei a abrir uma pequena vantagem mas ele se defendeu muito bem nos trechos técnicos e de subida mais íngreme assim fomos levando até a altura do km 14 quando ele começou a abrir vantagem estabelecendo uma margem um pouco menor que 1 minuto e assim fomos até o final onde fui o vice campeão geral.
Fiquei feliz com este pódio que serviu para me motivar para os próximos compromissos, seguirei com os planos parecidos com 2016 quando após disputar essa mesma prova no primeiro domingo de julho não competi mais e concentrei na preparação para o Mont Blanc.
Agradeço meus patrocinadores, Clube Recreativo Dom Pedro II, Kailash e meus apoiadores UPFIT Assessoria esportiva, Trifosfato e NiHumana
Dia 01/07 disputei a 2ª edição do Iron Runner que acontece dentro do Parque Inhotim uma prova que podemos classificar como corrida de montanha uma vez que nos 20km de prova tivemos quase 800 metros de desnível positivo.
Venho já a algum tempo sofrendo com problemas durante minhas disputas isso acaba sendo desagradável pois passo muito tempo treinando e me dedicando ao esporte e na hora de colocar a preparação em prática não consigo desenvolver o planejado.
Desta vez as coisas deram certo, segui para prova bem animado e logo vi que seria um teste de fogo, atletas da corrida de rua, triathlon e muitos do trail running estavam presente isso deixou a prova bem competitiva.
A largada aconteceu por volta de 8:45, com um inicio bem rápido logo se formou um pequeno pelotão, todos acelerando e se estudando para achar o momento certo de definição, procurei ficar sempre entre os lideres, lá pela altura do km 6 consegui abrir uma pequena fuga com amigo e corredor de rua Cristiano Quadros, em determinando momento cheguei a abrir uma pequena vantagem mas ele se defendeu muito bem nos trechos técnicos e de subida mais íngreme assim fomos levando até a altura do km 14 quando ele começou a abrir vantagem estabelecendo uma margem um pouco menor que 1 minuto e assim fomos até o final onde fui o vice campeão geral.
Fiquei feliz com este pódio que serviu para me motivar para os próximos compromissos, seguirei com os planos parecidos com 2016 quando após disputar essa mesma prova no primeiro domingo de julho não competi mais e concentrei na preparação para o Mont Blanc.
Agradeço meus patrocinadores, Clube Recreativo Dom Pedro II, Kailash e meus apoiadores UPFIT Assessoria esportiva, Trifosfato e NiHumana
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Iron Runner 2017
Em 2016 eu fui o campeão desta prova depois de um dia difícil contra meus adversários, espero que este ano eu possa estar novamente entre os primeiros colocados no geral.
Minha participação no Campeonato Mundial de Trail Running
primeiro
quilômetros já de uma forte subida a impressão que tive era de que
todos queriam garantir uma boa posição ainda no início da prova.
Mesmo sem querer fiz uma largada também forte, fui no bloco inicial
o quanto deu, mas isso não durou muito tempo, pois o perde e ganha
de posições durante os primeiros minutos foi muito grande, até que
me encaixei em um pelotão intermediário, antes que eu pudesse
controlar o ritmo e entrar na minha prova. Vieram fortes descidas com
muitas pedras, eram tantas que com certeza posso dizer que foi a
prova mais técnica que disputei até hoje, outro fator complicador,
para este primeiro trecho, foi que além de termos muitas pedras nas
descidas elas eram extremamente íngremes, isso me tirou da prova,
antes do km 10 eu já estava com uma ferida no pé direito causada
por uma bolha que se formou e estourou imediatamente, causando assim
um dor horrível principalmente nos trechos de descida, fui brigando
com as dores até o km 20, mas como estava muito difícil correr eu
parei usei um esparadrapo que levei na mochila, mas o mesmo foi
insuficiente para resolver o problema, corri mais um pouco até
chegar ao primeiro ponto de apoio, onde teríamos um suporte do nosso
staff isso já no km 24, parei fiz um curativo um pouco melhor e
segui na prova; a idéia era tentar recuperar parte das várias
posições perdidas na primeira metade da disputa.
Tudo ia muito bem, consegui muitas ultrapassagens até que o curativo que havia feito começou a se soltar, as dores voltaram e comecei também a me sentir fraco, pois nos km percorridos eu fiz muita força tentado me posicionar melhor, neste momento percebi que a minha estratégia teria que mudar, comecei a pensar apenas em terminar a prova pensando na disputa por nações, no km 40 tivemos o segundo ponto de apoio onde teríamos mais um staff, parei com calma, melhorei o curativo e fui em frente, na minha cabeça eu só queria mesmo era terminar... Cruzei a linha de chegada na 78º colocação resultado bem diferente do que eu havia planejado, sei que ganhar ou mesmo ir ao pódio em um mundial, na categoria elite sempre será muito difícil! A minha colocação não foi boa, mas o que mais me chateou não foi a colocação, e sim não ter conseguido colocar em prática tudo que foi desenvolvido na minha preparação, no geral as oportunidades de participar de grandes eventos internacionais, para medir forças com os melhores do mundo são poucas, desta forma nosso desejo, meu desejo sempre será de fazer uma prova perfeita, mesmo sabendo que isso não acontece sempre.
A notícia positiva foi que o Brasil melhorou sua colocação no ranking de nações do naipe masculino, se em 2016 fomos a 13ª nação, neste ano terminamos na 10º colocação, sendo a primeira nação da América Latina, no feminino o Brasil terminou na 15ª colocação neste ano sendo que em 2016 nós não tivemos atletas suficiente para pontuar.
Aproveito a oportunidade para agradecer todos que torceram e torcem por mim e para seleção brasileira, nossos esforços foram grandes em busca de uma melhor colocação para nosso país. Minha próxima disputa será dia 01/07 quando disputarei o Iron Runner em Brumadinho Minas Gerais, esta prova acontecerá dentro do Parque Inhotim e terá uma distância de 20 km, em 2016 fui o campeão geral, espero novamente estar no pódio entre os primeiros colocados, após o Iron Runner focarei minha preparação para voltar a Europa, desta vez a meta será um segundo pódio na Ultra Trail du Mont Blanc onde irei novamente disputar a prova de 55 km.
Desfile das nações
Largada
Momentos
Começo da longa viagem até a Itália
Trote maroto em Poppi/ITA
terça-feira, 30 de maio de 2017
Com que tênis eu vou ?
Prestes a embarcar para minha primeira prova internacional da temporada estou com uma tremenda dúvida, com que tênis eu vou ???
A disputa será no Campeonato Mundial de Trail Running 2017 desta forma tudo tem que sair perfeito, uma escolha errada pode comprometer minha performance drasticamente.
A prova irá percorrer a floresta Sasso Fratino uma das mais antigas da europa desta forma fica difícil saber o calçado ideal para disputa pois como na europa será final da primavera poderemos pegar muitos trechos úmidos mas na dúvida levarei todos que tenho para trail.
Hoje em condições de disputar as provas mais importantes tenho 4 opções disponíveis, uma para cada tipo de piso, como vocês podem ver nas imagens estarei levando para o mundial desde tênis de asfalto até tênis para condições extremas de lama, estando na Itália irei tentar levantar informações mais precisas dos organizadores e assim escolher qual será meu pisante.
Como não sou um atleta técnico e gosto de trechos rolando um tênis misto ou hibrido seria a melhor opção por outro lado se na floresta tivermos longos trechos com probabilidade de lama então a opção mudrá radicalmente.
Por hora a única coisa que posso fazer e separar o material e estar preparado para toda condição adversa que possa vir pela frente.
A disputa será no Campeonato Mundial de Trail Running 2017 desta forma tudo tem que sair perfeito, uma escolha errada pode comprometer minha performance drasticamente.
A prova irá percorrer a floresta Sasso Fratino uma das mais antigas da europa desta forma fica difícil saber o calçado ideal para disputa pois como na europa será final da primavera poderemos pegar muitos trechos úmidos mas na dúvida levarei todos que tenho para trail.
Hoje em condições de disputar as provas mais importantes tenho 4 opções disponíveis, uma para cada tipo de piso, como vocês podem ver nas imagens estarei levando para o mundial desde tênis de asfalto até tênis para condições extremas de lama, estando na Itália irei tentar levantar informações mais precisas dos organizadores e assim escolher qual será meu pisante.
Como não sou um atleta técnico e gosto de trechos rolando um tênis misto ou hibrido seria a melhor opção por outro lado se na floresta tivermos longos trechos com probabilidade de lama então a opção mudrá radicalmente.
Por hora a única coisa que posso fazer e separar o material e estar preparado para toda condição adversa que possa vir pela frente.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Teste Final
Já em fase final de preparação para o Campeonato Mundial de Trail Running 2017 neste último final de semana 20 e 21 de maio disputei duas provas rápidas, duas corridas de rua com distâncias inferiores a 10 km é com a comodidade de ambas acontecerem em minha cidade.
Sábado a noite foi a vez da Dom Pedro Night Run, fiz a distância de 3km (na verdade 2.6km) onde tive uma disputa difícil com jovem Eduardo Assis de apenas 18 anos mas acabei levando vantagem, por um lado Eduardo tem a explosão da juventude do outro lado minha experiência de 20 anos no esporte, por hora levei vantagem e me tornei tri campeão desta prova na distância menor.
Já no domingo 21 de maio, foi a vez da Runner Sprint, evento idealizado e organizado pelo maratonista Lafaietense Mauro Lúcio Zebras, foram 10km (9.7km) com largada e chegada na estátua do Cristo Redentor, ponto turístico de Lafaiete.
Com a promessa de uma farta premiação em dinheiro atletas de clubes esportivos importantes no Brasil estiveram presente elevando o nível da prova para uma classe nacional, pelo que me lembro desde a participação de Frank Caldeira em Eventos do Clube Recreativo Dom Pedro II em anos atrás não tínhamos um start list tão forte.
Como eu tinha noção do que poderia reder em uma disputa tão elevada procurei fazer uma prova forte mas também procurei ser o primeiro de Lafaiete pois para para esta categoria teríamos também uma premiação.
A disputa foi intensa no final sai com tempo de 33:51", com este tempo meu pace foi de 3:29/km muito bom levando-se em conta o tipo de circuito que enfrentamos com subidas e descidas e muitas curvas, me surpreendi com as performances de Emerson Cirino e Jeferson Souza os meninos estão correndo muito.
Agora entro na reta final, pouco mais de 2 semanas e embarco para Itália em busca da realização de um sonho, representar o Brasil em um mundial de trail running
Um muito obrigado para todos que torceram por mim também neste final de semana, um obrigado especial para meus patrocinadores Clube Recreativo Dom Pedro II, Unimed Conselheiro Lafaiete, Kailash, UPFIT e Trifosfato.
Dom Pedro Night Run
Runner Sprint
domingo, 21 de maio de 2017
El Cruce 2018 - Pucon
Uma das melhores corridas de montanha da América do Sul terá muitas novidades para a edição 2018 a principal acaba de ser divulgada pela organização, Pucon no Chile será palco das disputas.
Uma bela região para ser explorada e contemplada por alguns dos milhares de corredores ao redor do mundo que com toda certeza estarão neste desafio.
Uma outra novidade que vale a pena citar foi que em 2018 o evento será disputado no mês de dezembro.
Mais detalhes sobre estas primeiras informações vocês podem conferir no link abaixo
http://elcrucecolumbia.com/el-cruce-2018/informacion/
Vou me programar para que em dezembro de 2018 eu posso viver esta aventura.
Uma bela região para ser explorada e contemplada por alguns dos milhares de corredores ao redor do mundo que com toda certeza estarão neste desafio.
Uma outra novidade que vale a pena citar foi que em 2018 o evento será disputado no mês de dezembro.
Mais detalhes sobre estas primeiras informações vocês podem conferir no link abaixo
http://elcrucecolumbia.com/el-cruce-2018/informacion/
Vou me programar para que em dezembro de 2018 eu posso viver esta aventura.
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